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Faça deploy a partir do Git com ambientes separados e config limpa
Levar uma aplicação da sua máquina para produção envolve decisões que vale tomar uma vez e bem: onde ela roda, como o código chega lá, como teste e produção ficam separados e como cada ambiente é configurado sem copiar segredos na mão. Muitos problemas dos primeiros meses, como deploys que corrompem dados ou credenciais vazadas num repositório, vêm de ter improvisado algum desses passos com pressa.
A primeira escolha é o nível de abstração. Um PaaS faz deploy a partir do Git e cuida de certificados, escala básica e logs; containers gerenciados dão mais controle sobre o runtime; Kubernetes oferece todo o controle e toda a responsabilidade. Plataformas de CloudOps buscam um meio-termo sobre a sua própria conta de cloud. Aqui comparamos os critérios para escolher entre elas e os passos que qualquer opção exige.
Conte os serviços, as pessoas com experiência em operações e os requisitos de rede ou compliance. Com poucos serviços e sem time de plataforma, um PaaS acelera. Se você precisa de imagens próprias ou rede privada, containers gerenciados. Kubernetes se justifica com muitos serviços e alguém responsável por ele. Compare custo mensal mais horas de operação.
Cada push roda os testes e gera um artefato, imagem ou pacote, identificado pelo commit. Esse mesmo artefato é promovido de staging para produção e nunca reconstruído. Meça o tempo do merge até a produção e a taxa de deploys revertidos; se os dois estão altos, o pipeline precisa de atenção.
No mínimo, staging e produção com bancos de dados, credenciais e contas ou projetos diferentes. Staging deve se parecer com produção em versão de runtime, migrações e configuração. Nenhuma credencial de produção pode estar acessível em staging nem nas máquinas de desenvolvimento.
Guarde os segredos no gerenciador da plataforma ou num serviço de segredos, nunca no repositório. Cada ambiente tem o seu próprio DATABASE_URL, com um usuário de permissões mínimas e conexão criptografada. Valide na inicialização que todas as variáveis obrigatórias existem e falhe rápido se faltar alguma.
Registre o domínio numa conta da empresa, não pessoal, e gerencie o DNS num provedor com API para automatizar registros. Use TTL baixo antes de migrações, certificados com renovação automática e um subdomínio próprio para staging. Documente quem tem acesso a cada conta.
Conte o seu volume e as opções que você avalia. Respondemos por escrito com os números do seu uso real; sem compromisso.
Nenhum provedor paga pela sua posição. Os índices são da LLM Stats; os preços, da API padrão de cada provedor. Como medimos
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