Top 3 · Programação
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Meça o custo por tarefa de código e revise o que o agente escreve
Escolher um modelo para programar já não se resume a autocompletar linhas. Os agentes leem o repositório, propõem mudanças em vários arquivos, rodam testes e abrem pull requests. Isso torna relevantes coisas que antes não importavam: quanto contexto o modelo precisa para entender o seu código, quantos tokens uma tarefa completa consome com todas as iterações e o que acontece quando o agente roda sem supervisão dentro do seu pipeline de CI.
Como ponto de partida usamos o índice de programação do LLM Stats e os preços oficiais de cada provedor. Mas o número que interessa é outro: o custo por tarefa concluída e aceita no seu repositório, contando as novas tentativas. E nenhuma métrica substitui a revisão: código gerado passa por testes, análise estática e uma pessoa antes do merge, igual ao de qualquer colega que acabou de entrar no time.
Filtre pelo índice de programação e escolha três candidatos com preços diferentes. Dê a eles as mesmas dez tarefas reais do seu backlog, com critérios de aceite claros, e meça quantas concluem sem ajuda, quantas iterações precisam e quantos tokens consomem no total. Decida pelo custo por tarefa aceita.
Menos do que parece: bons agentes buscam e leem só os arquivos relevantes. Meça os tokens de entrada reais por tarefa nos seus testes. Se o agente depende de carregar módulos inteiros, uma janela maior ajuda, mas antes veja se um mapa do repositório ou a documentação interna resolvem o mesmo.
Sim, para tarefas bem delimitadas: corrigir lint, atualizar dependências, escrever testes que faltam ou revisar PRs. Dê ao agente um token com permissões mínimas, sem acesso a segredos de produção, e limite tempo e tokens por execução. Acompanhe PRs aceitos versus descartados e o custo de cada execução.
Registre os tokens de entrada e saída de cada passo do agente, não só da primeira chamada. Uma tarefa pode exigir dezenas de chamadas, com o contexto crescendo a cada uma. Some, aplique os preços oficiais e divida pelas tarefas aceitas; as rejeitadas também custam.
Trate como código de um colaborador externo: análise estática, varredura de dependências e segredos, testes obrigatórios e revisão humana do diff. Preste atenção às dependências novas que o modelo sugere, porque elas podem não existir ou ser maliciosas. Registre quais achados se repetem com mais frequência.
Conte o seu volume e as opções que você avalia. Respondemos por escrito com os números do seu uso real; sem compromisso.
Nenhum provedor paga pela sua posição. Os índices são da LLM Stats; os preços, da API padrão de cada provedor. Como medimos
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